quarta-feira, 8 de outubro de 2014

Um gig@ olá virtual para vocês!



Nesse post vamos compartilhar informações sobre um dos recursos da internet utilizados para potencializar a educação: a Webquest.  Se você ainda não conhece, saiba que poderá utilizar esse recurso em suas aulas a fim de promover situações desafiadoras, motivadoras e envolventes, além de oportunizar a ampliação dos conhecimentos de seus alunos de uma maneira investigativa, divertida e tecnológic@.

O que é?
A webquest é um recurso metodológico de pesquisa na internet, uma ferramenta didática voltada ao processo educacional no intuito de incitar a pesquisa, reflexão e pensamento crítico dos alunos. O professor elabora questões desafiadoras e interessantes para que sejam solucionadas pelos alunos em grupos, duplas ou individual. Esse recurso tem por pressuposto várias teorias como a filosofia construtivista, um pensamento crítico e criativo, uma aprendizagem que questione, compreenda e transforme, aprendizagem cooperativa, aprendizagens motivadoras, desafiadoras e envolventes etc.

Quem desenvolveu?
A webquest foi desenvolvida por Bernie Dodge, um professor de tecnologia da educação da Universidade Estadual de San Diego (Califórnia). O autor define a webquest como “uma atividade de investigação em que a informação com a qual os alunos interagem provém total ou parcialmente dos recursos da internet”.

Tipos de webquest:
Curta – O aluno deve explorá-la num prazo de uma a três aulas. Tem por escopo integrar conhecimento.
Longa – O aluno deve explorá-la em aula num prazo de uma semana a um mês. Tem por escopo aprofundar/refinar  conhecimentos.

Estrutura de uma webquest:
A webquest é composta de:
- introdução: etapa que determina a atividade a ser realizada;
- tarefa: aquilo que será realizado. Deve ser interessante a fim de estimular o aluno à pesquisa e ser uma pessoa crítica e reflexiva;
- processo: define como serão organizadas as informações (livros, vídeos etc);
- fonte de informação: sugere os endereços eletrônicos que poderão ser utilizados;
- avaliação: deixa claro a metodologia avaliativa do professor;
- conclusão: sintetiza os assuntos que foram explorados, apontando também os objetivos atingidos;
- créditos: referências das informações obtidas para a realização da atividade sejam endereços eletrônicos ou materiais físicos (colocando a fonte bibliográfica). Além disso, pode ser um espaço para agradecer a pessoas e/ou instituições que contribuíram no processo de obtenção das informações.

Como elaborar uma webquest?
A elaboração de uma webquest segue 4 passos:
1. Planejamento: definição de tema, seleção de fontes de informação, delineamento de tarefa e estruturação do processo;
2. Formatação: escrita da introdução, conclusão e inserção do conteúdo no gabarito
3. Publicação: efetuação de acertos necessários e publicação da webquest
4. Gabaritação: necessário usar editor HTML para utilização de acervos de imagens, editores HTML, hospedagem de endereços eletrônicos etc.

Como pode ser utilizada?
A principal função da webquest é promover aos alunos um ambiente virtual de aprendizagem. Ela é principalmente utilizada na busca de informações sobre determinado assunto com base em fontes recomendadas na própria Webquest por meio de links ou com a mediação do professor por meio de perguntas direcionas ao tema a ser pesquisado. Uma webquest envolve também o desenvolvimento da aprendizagem cognitiva, afetiva e motora e, ainda: moderniza os modos de fazer educação, garante acesso a informações autênticas e atualizadas, promove a aprendizagem cooperativa, incentiva a criatividade, favorece o trabalho de autoria dos professores e o compartilhamento de saberes pedagógicos. Para além disso, as webquests também oportunizam situações que auxiliam no desenvolvimento da autonomia dos alunos, uma vez que, eles necessitarão gerenciar a própria aprendizagem e serem responsáveis por ela e pela dos colegas com os quais interagem online.

Alguns Sites de Webquests
http://www.anossaescola.com/cr/webquests.asp
http://www.webquestfacil.com.br/index.php?pg=home&ctg=1

Artigo: WEBQUEST - Ferramenta Pedagógica para o Professor , de Rosmary W. Pereira



(Franciene de Souza, Juliana da Cruz e Nelma Bragança)

S@ud@ções Tecnológic@as!



domingo, 5 de outubro de 2014

Uma gig@ bo@s-vind@s!

Este é um espaço para a gente comentar, curtir e compartilhar reflexões acerca da relação educação-tecnologia. Vamos começar?

Você se lembra do tempo em que vivia sem computador e internet, em que as trocas de mensagens eram feitas face-to-face (e não por facebook) e os trabalhos escolares eram manuscritos? Você deve se perguntar: “como eu sobrevivi? Eu realmente vivi naquele tempo?”. Pois, é... Computador, lousa digital, projetor multimídia, tablet, celular... A tecnologia tem tomado conta do mundo e influenciado direta ou indiretamente o modo de pensar e agir da sociedade contemporânea. Assim, o homem vive num permanente movimento de fazer-se e refazer-se junto às mudanças no mundo tecnológico, e este, gera novas necessidades no homem, que produz outras novas tecnologias. Uns dão conta de acompanhar esse processo, outros nem tanto e outros ainda, nem fazem ideia do que estamos falando. Há aqueles que possuem um sentimento de tecnofobia ou tecnolatria em relação a certos aparatos tecnológicos. Mas também há os que não os divinizam nem diabolizam. Na educação, essas mudanças tecnológicas também vêm ocorrendo, em passos de megabytes... ou em bits e, podem cooperar/potencializar professores e alunos no processo de ensino-aprendizagem, se forem compreendidas como uma relação harmônica entre homem e máquina.  As charges abaixo ilustram que os recursos tecnológicos devem servir como possibilidade de ampliação/disseminação do conhecimento e como crianças dessa nova geração (ou os que são de gerações anteriores) se apropriam rapidamente deles quando inseridos nesse contexto. E você, de que modo tem compreendido a relação educação-tecnologia?






Saudações Tecnológicas!